quinta-feira, 26 de junho de 2014

De volta para casa, por favor!


    Um certo feriado, minha família resolveu que iríamos viajar para a praia. Meus pais convidaram mais um casal amigo com sua filha e um colega de meu pai. Chegando lá, a casa era minúscula para tanta gente, foi um sofrimento até que conseguimos colocar todas as malas e coisas para dentro da casa. Tinha apenas dois quartos, sala, cozinha e o banheiro para oito pessoas. Era um aperto, todos falavam ao mesmo tempo, aquilo me estressava e pra variar, eu tive que dormir na sala e dividir o colchão com meu irmão.
    No começo da noite, estava tudo bem, silêncio bom para dormir, quando de repente escuto o barulho da porta abrindo, alguém estava indo no banheiro. Eu deitada, quase dormindo, veio uma luz muito clara em meu rosto. O barulho da porta abrindo e fechando tirava meu sono, até que tarde da noite tudo se aquietou.
    Enfim, dormi! O restante da noite foi calmo e tranquilo, caía uma chuvinha fina boa para dormir. Mas logo que amanheceu, mais ou menos 6h, ouvia  barulhos de pessoas abrindo as portas, janelas e conversando. Eu não podia, se quer, dormir até um pouco mais tarde.
    Então, resolvi levantar, pois vi que não conseguiria dormir mesmo. Saímos, passeamos, aproveitei o meu dia de uma forma boa e produtiva, mas a noite era o mesmo dilema, dormir na sala com muitas pessoas na casa era horrível. Eu não via a hora de ir embora para a minha casa.
    Arrumei meu colchão na sala novamente e deitei. Logo começaram a passar por ali, fazendo barulhos e abrindo a porta. A luz, muito clara, insistia em incomodar no meu rosto. Apesar de tudo dormi mais rápido. Enfim, na segunda a noite, logo pela manhã, voltaria embora para minha casa, a hora mais esperada de toda a viagem.

Steffany Santos

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